Escola de Governo

Desenvolvimento, Democracia Participativa, Direitos Humanos, Ética na Política, Valores Republicanos.

  • Aumentar tamanho da fonte
  • Tamanho da fonte padrão
  • Diminuir tamanho da fonte

Estão abertas as inscrições para o curso Formação de Governantes o segundo semestre de 2016!

E-mail Imprimir

A Escola de Governo que completa seus 25 anos de existência mantém abertas as inscrições para o curso Formação de Governantes. Sendo o curso regular e anual da Escola, tem o objetivo de fortalecer a democracia participativa, os valores republicanos, a constante defesa dos direitos humanos, o desenvolvimento nacional e a ética – os grandes cinco pilares defendidos pela Escola, os quais se mostram cada vez mais necessários tendo em vista a atual conjuntura política e social.

O Formação de Governantes tem suas aulas ministradas às 2as. e 3as. feiras das 19h30 às 21h30, valorizando sempre diálogo e debates entre os alun@s, entrevistas com personalidades públicas e vivências de campo integram as atividades realizadas pela Escola (estas atividades complementares acontecem uma vez por mês, em um dia do final de semana dos meses de março, abril, maio, agosto, setembro e outubro). São dois módulos, um em cada semestre. O primeiro módulo “Bases para a Cidadania Ativa” acontece no primeiro semestre do ano, e o segundo “Políticas Públicas” no segundo.

O curso é pago e no valor de R$ 490,00 mensais.

Para se inscrever clique aqui.

Certificados são emitidos pela Escola de Governo, com título de “Expansão Cultural”, obedecidos critérios de frequência (75% mínimo necessário). Favor contatar a secretaria da Escola de Governo para maiores informações.

O curso é regular e presencial, acontece em São Paulo, na sede da Escola de Governo, no centro de São Paulo (novo endereço: Rua General Jardim, 660 Vila Buarque Centro - São Paulo. Ver no mapa).

Vale ressaltar que a diversidade de experiências e saberes dos alun@s nas mais diversas áreas traz para o ambiente de formação na sala de aula uma qualidade excepcional de troca de conhecimento e que 85% dos alun@s dizem que após fazer algum curso da Escola de Governo se sentem transformados na visão política.

Venha fazer parte de nossa comunidade e se surpreenda!

Mais informações ligue para (11)3256.6338(horário de atendimento a partir das 14hs) ou pelo email: escolagovernosp@uol.com.br

 

Unicef denuncia assassinato de crianças na Síria

E-mail Imprimir

Da Agência Ansa

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) denunciou que mais de 20 crianças morreram ao longo desta semana em ataques aéreos em Manbij, no norte da Síria.

A cidade e seus arredores, que abrigam 150 mil pessoas, são controlados pelo grupo Estado Islâmico (EI), mas estão sob intenso assédio de forças curdas, apoiadas pela coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.

"Nesta semana, mais de 20 crianças foram assassinadas em ataques aéreos em Manbij, e um garoto de 12 anos foi brutalmente morto em Aleppo", declarou Hanas Singer, representante do Unicef no país árabe. Segundo o órgão, 35 mil crianças estão presas na região sitiada.

"Esses terríveis episódios deixam ainda mais claro às partes em conflito sua responsabilidade de respeitar as leis internacionais humanitárias que protegem as crianças na guerra", acrescentou Singer.

Manbij é considerada crucial na guerra contra o Estado Islâmico porque fica a cerca de 130 quilômetros de Raqqa, tida como a capital do grupo na Síria.

Edição: Talita Cavalcante

 

A cidade merece opinar sobre grandes obras que mudam seu destino

E-mail Imprimir

Via Rede Nossa SP

Quem nunca se surpreendeu com a implementação, da noite para o dia, de uma grande obra de infraestrutura urbana, sobre a qual nunca se conversou no bairro, e que depois de pronta teve impactos profundos nos modos de vida naquela região ou mesmo na cidade? Imagine se obras como o Minhocão, implantado em São Paulo durante a ditadura, tivessem antes passado por um amplo processo de discussão pública e por um plebiscito com participação de todos os cidadãos? Será que teriam sido construídas?

Foi justamente para empoderar os cidadãos na definição dos destinos da cidade, como elemento central da democracia, que a Lei Orgânica do Município de São Paulo, promulgada em 1990, exatamente no momento de reconstrução da institucionalidade democrática, previu a realização de plebiscitos para “grandes obras” na cidade.

De acordo com as definições da Constituição municipal, “grandes obras” poderiam ser definidas a partir de seu custo ou de seu impacto na cidade. Mas até agora faltava uma lei que a regulamentasse, definindo com clareza o que entendemos como “valor elevado” e “significativo impacto social e ambiental”. Por isso, apesar de anunciado na lei orgânica, o instrumento do plebiscito até hoje jamais foi utilizado na cidade.

Depois de algumas tentativas frustradas de regulamentação no passado, em 2015 a Rede Nossa São Paulo articulou na Câmara Municipal a criação da Frente Parlamentar de Implementação da Democracia Direta, formada por vereadores de diversos partidos –, Juliana Cardoso, Eliseu Gabriel, Natalini, José Police Neto, Ricardo Young, Patricia Bezerra e Toninho Vespoli –, junto à qual promoveu debates e discussões na direção do aperfeiçoamento e da regulamentação de instrumentos como o plebiscito.

 

Rede Nossa São Paulo fará campanha pela derrubada do veto à Lei do Plebiscito

E-mail Imprimir

A Rede Nossa São Paulo está divulgando uma nota (clique para a íntegra) criticando o veto ao projeto de lei 476/2015, anunciado nesta quarta-feira (20) pelo prefeito Fernando Haddad.

No dia 12/7, a Rede Nossa São Paulo havia encaminhado ao prefeito uma carta aberta solicitando que ele sancionasse o PL476/2015, que previa a realização de plebiscito para aprovar obras de alto custo ou de grande impacto social e ambiental. O documento foi assinado por 98 organizações da sociedade civil e sete personalidades que apoiam a iniciativa.

O projeto da lei do plebiscito, aprovado na Câmara no dia 22 de junho, foi uma iniciativa da Rede Nossa São Paulo, em articulação com vereadores de diversos partidos que constituíram a Frente Parlamentar de Implementação da Democracia Direta.

De acordo com o documento, "é com surpresa e apreensão que recebemos a notícia do veto do PL 476/2015, entendendo o prejuízo à democracia e à participação direta da população nas tomadas de decisão da cidade". No texto, a RNSP também argumenta que "são muitas as obras na cidade de São Paulo, em especial as privadas, que são acordadas, sem a devida publicização, entre empreiteiras, construtoras e a Prefeitura municipal. E o objetivo do PL 476 era exatamente o de quebrar com essa relação por vezes espúria, que não conta com a participação da população e gera imensos prejuízos à qualidade de vida. Não por acaso a cidade de São Paulo hoje se encontra com um histórico de diversas intervenções urbanas públicas e privadas que trazem, muitas vezes, pouco ou nenhum benefício para a população".

 

Mulheres negras são mais vítimas de violência que as brancas, diz promotora

E-mail Imprimir

Sayonara Moreno

As mulheres negras são mais vítimas de violência que as brancas e as raízes do problema estão associadas à escravidão. A avaliação é da promotora de Justiça Lívia Santana Vaz, do Ministério Público da Bahia, que participou hoje (20) do I Seminário Biopolíticas e Mulheres Negras: práticas e experiências contra o racismo e o sexismo.

“Não há dúvida nenhuma que, em decorrência da forma como houve a escravização das mulheres negras no Brasil e o racismo institucional que persiste até os dias de hoje, a mulher negra é muito mais vítima de violência de gênero do que a mulher branca.”

A promotora destacou que, de acordo com o Mapa da Violência 2015, os homicídios de mulheres negras aumentaram 54% em dez anos no Brasil, passando de 1.864, em 2003, para 2.875, em 2013. No mesmo período, o número de homicídios de mulheres brancas caiu 9,8%.

 

Folha cobra de Temer reforma escravagista da CLT

E-mail Imprimir

Artigo de Fernando Brito, publicado no Tijolaço.

A Folha bem que podia trocar seu slogan de “não dá pra não ler” para o refrão (“lerê, lerê…”) da música “Vida de Negro” do Dorival Caymmi, que ficou na memória de todos pela novela “Escrava Isaura”…

Seu editorial de hoje, cobrando a “modernização” a ferro e fogo das leis trabalhistas é um hino à escravatura.

Não chegou a defender as 80 horas de trabalho semanais, como fez Robson Andrade, presidente da Confederação da Indústria dias atrás.

Mas abre caminho para isso.

Diz que “as esperanças de prosperidade futura do país dependem de uma agenda de modernização institucional que estimule a produtividade e reduza o custo de fazer negócios”.

 

Algum país já conseguiu acabar com (ou pelo menos diminuir bastante) a corrupção?

E-mail Imprimir

Luiza Bandeira

Londres - Quando se fala em acabar com a corrupção no Brasil, muita gente lembra do exemplo frustrante da Itália: por lá, a grande operação que inspirou a Lava Jato brasileira investigou centenas de políticos e empresários, mas não conseguiu eliminar o problema.

Olhando para exemplos de outros países, especialistas na área dizem que é mesmo impossível acabar totalmente com a corrupção. Mesmo nos países nórdicos, que costumam ocupar o topo dos rankings de menos corruptos, há pagamentos de propina em troca de vantagens.

"Lutar contra a corrupção é como se recuperar de um vício. Você nunca se recupera totalmente", diz Dan Hough, especialista em combate à corrupção da Universidade de Sussex, na Inglaterra.

"Se você é alcoólatra, sempre será alcoólatra. A questão é: como você diminui os efeitos do seu problema?", questiona ele.

 

Inscrições para o curso Formação de Governantes 2016!

Venha fazer parte da 25ª turma do curso!

Clique aqui e inscreva-se!

O curso tem por objetivo trabalhar as bases para a Cidadania Ativa, aprofundar os conhecimentos acerca das Políticas Públicas e contribuir para que a/o aluna/o tenha uma visão generalista - e não especialista e parcial - da realidade política, social e econômica do Brasil. Dividido em dois módulos semestrais: “Bases para a Cidadania Ativa” (1° semestre) e “Políticas Públicas” (2° semestre). É pago, anual e oferecido às segundas e terças feiras, das 19h30 às 21h30.



ENTRE EM CONTATO COM A ESCOLA!

Telefones: (11)3256-6338 / (11)3257-9618

E-mail: escolagovernosp@uol.com.br

NOVO ENDEREÇO:

Edifício da Ação Educativa - Rua General Jardim, 660 (sala 72), Vila Buarque, São Paulo (SP)

Veja no mapa


Importante

Sugestões para o Site
Compartilhe suas sugestões para melhorarmos o site da Escola de Governo.

Campanhas






Calendário de Atividades

loader

Enquete

Considerando-se que, no Brasil, o povo é o soberano e a Constituição Federal é a lei maior, você acredita que seria mais democrático se todos os Projetos de Emenda Constitucional (PECs) fossem obrigados a passar por REFERENDO antes de entrar em vigor?
 

Visitantes Online

Nós temos 142 visitantes online