Escola de Governo

Desenvolvimento, Democracia Participativa, Direitos Humanos, Ética na Política, Valores Republicanos.

  • Aumentar tamanho da fonte
  • Tamanho da fonte padrão
  • Diminuir tamanho da fonte

Política

E-mail Imprimir

(Conteúdo dos slides para a palestra de 02.03.2010, por Fábio Konder Comparato.)

I - O que é a Política

Atividade de organização e gestão da vida social como um todo.
  • Origem da palavra.
  • A mais importante de todas as atividades.

II - A Educação para a Política

O paradoxo: a educação é obrigatória para inúmeras atividades, menos para a política.

  • Razão do paradoxo: a educação política do povo desvenda a injustiça da organização social em vigor.
A ética e a técnica da política: as finalidades e os meios

A - A ética: Os princípios fundamentais da política

1) O princípio republicano: a política deve ter por objetivo a realização do bem comum do povo (res publica).
  • Povo, aqui, é o conjunto dos que vivem sob a mesma organização política.
  • A sociedade republicana é comunitária; o que significa a ausência de privilégios pessoais.
2) O princípio democrático: o poder supremo deve pertencer ao povo.
  • Povo, aqui, é o conjunto dos cidadãos, isto é, das pessoas que possuem direitos políticos; isto é, grosso modo, direitos de votar e de ser votado.
3) O princípio do Estado de Direito: nenhum poder é absoluto; o exercício de todo poder deve ser limitado, em função da sua finalidade.
  • A supremacia absoluta dos direitos humanos, que são, em si mesmos, limites ao exercício do poder.

B - A ténica política

1) Ver
  • Entrar em contato pessoal com a realidade e ouvir a comunidade.
  • Holismo: ver o todo e não apenas as partes.
  • Enxergar a longo prazo: ver é prever.
2) Julgar
  • Analisar as causas, sempre múltiplas, de cada problema, em função da organização geral da sociedade.
3) Agir
  • A ação política deve obedecer a um planejamento estratégico, com a fixação de objetivos a serem atingidos num tempo determinado e a organização de meios, pessoais e materiais, para a sua consecução.
  • A execução do plano deve ser submetida a controles permanentes, para se evitarem abusos e ineficiências.

Conclusão

Péricles, durante a Guerra do Peloponeso entre Atenas e Esparta (séc. V a.C.):

"Nós, atenienses, somos o único povo a pensar que um homem desinteressado da política não é um cidadão pacífico e ordeiro, mas um cidadão inútil."

Fevereiro de 2010.
 

Importante

Sugestões para o Site
Compartilhe suas sugestões para melhorarmos o site da Escola de Governo.

Campanhas