Íntegra da Conferência O Silêncio dos Intelectuais em áudio (MP3) realizada no teatro Maison de France, organizada pelo Ministério da Cultura por meio do Programa Cultura e Pensamento, disponibilizada pela Escola de Governo como alternativa livre (e gratuita) aos links quebrados no site original.
BIGNOTTO, Newton
Intolerância religiosa e morte de um intelectual
20.09.2005 - Duas vertentes serão exploradas: as principais idéias filosóficas de Giordano Bruno e uma análise dos documentos que restam do processo a que o filósofo foi submetido pela Inquisição. Preso em 1592, após ter ensinado em Veneza ‘arte da memória’ e ‘magia’, Bruno enfrentará a intolerância religiosa e a tortura com espantosa serenidade e clareza de espírito, até sua execução em 1600.
1ª Parte (18 min. - 6,9 MB)
2ª Parte (21 min. - 7,8 MB)
3ª Parte (24 min. - 8,5 MB)
20.09.2005 - Duas vertentes serão exploradas: as principais idéias filosóficas de Giordano Bruno e uma análise dos documentos que restam do processo a que o filósofo foi submetido pela Inquisição. Preso em 1592, após ter ensinado em Veneza ‘arte da memória’ e ‘magia’, Bruno enfrentará a intolerância religiosa e a tortura com espantosa serenidade e clareza de espírito, até sua execução em 1600.
1ª Parte (18 min. - 6,9 MB)
2ª Parte (21 min. - 7,8 MB)
3ª Parte (24 min. - 8,5 MB)
CHAUÍ, Marilena de Souza
Intelectual engajado, figura em extinção?
22.08.2005 - Desde o ‘caso Dreyfus’, a participação dos intelectuais na agitação política e cultural tinha se tornado parte da nossa vida social. A polêmica entre Sartre e Merleau-Ponty evidenciou a questão do engajamento político, do qual a década de 1960 deu mostras de vigor. Hoje, ao contrário, os intelectuais retraíram-se da vida pública. Por quê? É o que tentaremos responder.
1ª Parte (34 min. - 11,5 MB)
2ª Parte (5 min. - 1,6 MB)
3ª Parte (12 min. - 4,2 MB)
4ª Parte (17 min. - 6,1 MB)
5ª Parte (9 min. - 3,2 MB)
22.08.2005 - Desde o ‘caso Dreyfus’, a participação dos intelectuais na agitação política e cultural tinha se tornado parte da nossa vida social. A polêmica entre Sartre e Merleau-Ponty evidenciou a questão do engajamento político, do qual a década de 1960 deu mostras de vigor. Hoje, ao contrário, os intelectuais retraíram-se da vida pública. Por quê? É o que tentaremos responder.
1ª Parte (34 min. - 11,5 MB)
2ª Parte (5 min. - 1,6 MB)
3ª Parte (12 min. - 4,2 MB)
4ª Parte (17 min. - 6,1 MB)
5ª Parte (9 min. - 3,2 MB)
CÍCERO, Antonio
A sedução relativa
21.09.2005 - O relativismo - declarado ou não - parece ter-se tornado, nas mais diversas disciplinas e sob os mais diversos mantos, a característica marcante da contemporaneidade intelectual laica. Tanto entre professores, quanto entre estudantes, parece ter-se tornado incontestável a proposição de que ‘tudo é relativo’.
1ª Parte (19 min. - 6,9 MB)
2ª Parte (18 min. - 6,3 MB)
3ª Parte (23 min. - 8,1 MB)
4ª Parte (17 min. - 5,8 MB)
21.09.2005 - O relativismo - declarado ou não - parece ter-se tornado, nas mais diversas disciplinas e sob os mais diversos mantos, a característica marcante da contemporaneidade intelectual laica. Tanto entre professores, quanto entre estudantes, parece ter-se tornado incontestável a proposição de que ‘tudo é relativo’.
1ª Parte (19 min. - 6,9 MB)
2ª Parte (18 min. - 6,3 MB)
3ª Parte (23 min. - 8,1 MB)
4ª Parte (17 min. - 5,8 MB)
COELHO, Marcelo
Verdade e contra-verdade
23.08.2005 - Julien Benda em seu livro A traição dos clérigos (1927) condena a submissão dos intelectuais às paixões políticas. O tom, as preocupações e as referências do livro podem parecer hoje fora de moda. Mas será que, depois de tantos disparates protagonizados por intelectuais, num século em que as fronteiras da verdade raramente estiveram definidas, não deveríamos retomar as idéias de Benda?
1ª Parte (26 min. - 9,2 MB)
2ª Parte (28 min. - 10 MB)
3ª Parte (24 min. - 8,6 MB)
4ª Parte (16 min. - 6,1 MB)
23.08.2005 - Julien Benda em seu livro A traição dos clérigos (1927) condena a submissão dos intelectuais às paixões políticas. O tom, as preocupações e as referências do livro podem parecer hoje fora de moda. Mas será que, depois de tantos disparates protagonizados por intelectuais, num século em que as fronteiras da verdade raramente estiveram definidas, não deveríamos retomar as idéias de Benda?
1ª Parte (26 min. - 9,2 MB)
2ª Parte (28 min. - 10 MB)
3ª Parte (24 min. - 8,6 MB)
4ª Parte (16 min. - 6,1 MB)
DÉGUY, Michel
O peso das palavras
14.09.2005 - O poder das palavras sobre as coisas: retórica, arte de persuadir. Assim, poder é sempre ‘poder das palavras’, e a eloqüência é admirada e analisada, ao longo do tempo, como um dos ingredientes da tomada e da manutenção do poder: daí o papel do ‘intelectual’, capaz de mobilizar multidões. Hoje o lugar da política metamorfoseou-se: é na ‘telinha’ da tv que os ‘intelectuais midiáticos’ atuam. A propaganda, mudando os meios em fins, tornou real a síntese do poder absoluto e do delírio: Hitler ‘persuadindo’ os alemães a se transformarem em ‘servidores de seu combate’. A opinião pública (as convicções vazias) se torna incapaz do paradoxo, ou seja, da democracia?
1ª Parte (16 min. - 6,5 MB)
2ª Parte (18 min. - 6,8 MB)
3ª Parte (19 min. - 7,0 MB)
4ª Parte (22 min. - 8,0 MB)
5ª Parte (12 min. - 4,9 MB)
14.09.2005 - O poder das palavras sobre as coisas: retórica, arte de persuadir. Assim, poder é sempre ‘poder das palavras’, e a eloqüência é admirada e analisada, ao longo do tempo, como um dos ingredientes da tomada e da manutenção do poder: daí o papel do ‘intelectual’, capaz de mobilizar multidões. Hoje o lugar da política metamorfoseou-se: é na ‘telinha’ da tv que os ‘intelectuais midiáticos’ atuam. A propaganda, mudando os meios em fins, tornou real a síntese do poder absoluto e do delírio: Hitler ‘persuadindo’ os alemães a se transformarem em ‘servidores de seu combate’. A opinião pública (as convicções vazias) se torna incapaz do paradoxo, ou seja, da democracia?
1ª Parte (16 min. - 6,5 MB)
2ª Parte (18 min. - 6,8 MB)
3ª Parte (19 min. - 7,0 MB)
4ª Parte (22 min. - 8,0 MB)
5ª Parte (12 min. - 4,9 MB)
HADDAD, Fernando
Novo intelectual, nova classe?
24.08.2005 - Os intelectuais detêm um fator-chave da produção, o conhecimento, e por isso constituem uma classe social. No século passado, muitos foram os autores que discutiram o lugar dessa classe: Mannheim, Gramsci, Wallerstein, para citar alguns. Frente à nova postura política e econômica do intelectual hoje, o tema volta a despertar interesse.
1ª Parte (24 min. - 8,4 MB)
2ª Parte (22 min. - 7,6 MB)
3ª Parte (30 min. - 10,8 MB)
24.08.2005 - Os intelectuais detêm um fator-chave da produção, o conhecimento, e por isso constituem uma classe social. No século passado, muitos foram os autores que discutiram o lugar dessa classe: Mannheim, Gramsci, Wallerstein, para citar alguns. Frente à nova postura política e econômica do intelectual hoje, o tema volta a despertar interesse.
1ª Parte (24 min. - 8,4 MB)
2ª Parte (22 min. - 7,6 MB)
3ª Parte (30 min. - 10,8 MB)
LEOPOLDO E SILVA, Franklin
O imperativo ético de Sartre
30.08.2005 - A partir do existencialismo, podemos dizer que o primado da existência não é outra coisa senão a afirmação da liberdade e que a historicidade que caracteriza essa existência enraíza o homem nas realidades concretamente determinadas. Como o intelectual é quem ‘pode’ assumir de modo explícito, consciente e crítico essa ‘condição humana’, ele ‘deve’ explorá-la a fundo: assim fez Sartre.
1ª Parte (22 min. - 7,7 MB)
2ª Parte (19 min. - 6,8 MB)
3ª Parte (21 min. - 7,4 MB)
30.08.2005 - A partir do existencialismo, podemos dizer que o primado da existência não é outra coisa senão a afirmação da liberdade e que a historicidade que caracteriza essa existência enraíza o homem nas realidades concretamente determinadas. Como o intelectual é quem ‘pode’ assumir de modo explícito, consciente e crítico essa ‘condição humana’, ele ‘deve’ explorá-la a fundo: assim fez Sartre.
1ª Parte (22 min. - 7,7 MB)
2ª Parte (19 min. - 6,8 MB)
3ª Parte (21 min. - 7,4 MB)
MAIA NETO, José Raimundo
O silêncio dos céticos
26.09.2005 - Serão examinados a natureza e o significado do silêncio propostos pelos céticos antigos, aqueles que primeiro questionaram a validade da filosofia no momento em que se julgou poder a razão estabelecer a Verdade universal. O silêncio dos intelectuais está associado, na modernidade, ao papel do filósofo que segue o modelo iluminista de buscar a emancipação da humanidade pelo triunfo da razão em todas as esferas da vida social.
1ª Parte (18 min. - 6,4 MB)
2ª Parte (16 min. - 5,6 MB)
3ª Parte (19 min. - 7,3 MB)
26.09.2005 - Serão examinados a natureza e o significado do silêncio propostos pelos céticos antigos, aqueles que primeiro questionaram a validade da filosofia no momento em que se julgou poder a razão estabelecer a Verdade universal. O silêncio dos intelectuais está associado, na modernidade, ao papel do filósofo que segue o modelo iluminista de buscar a emancipação da humanidade pelo triunfo da razão em todas as esferas da vida social.
1ª Parte (18 min. - 6,4 MB)
2ª Parte (16 min. - 5,6 MB)
3ª Parte (19 min. - 7,3 MB)
MUHLMANN, Géraldine
Marx, o jornalista e o espaço público
13.09.2005 - Longe de ser a fonte de pura racionalização dos julgamentos, como pensava Kant, a troca pública de opiniões aparece, na crítica marxista, mais como uma parte da superestrutura: é, pois, determinada pelas condições materiais da sociedade, sendo conduzida a favor das classes dominantes. A atividade jornalística desenvolvida por Marx ao longo de toda a vida, muito ajudou no aprofundamento da discussão sobre o espaço das opiniões e do debate públicos.
1ª Parte (21 min. - 7,4 MB)
2ª Parte (20 min. - 7,2 MB)
3ª Parte (24 min. - 8,6 MB)
13.09.2005 - Longe de ser a fonte de pura racionalização dos julgamentos, como pensava Kant, a troca pública de opiniões aparece, na crítica marxista, mais como uma parte da superestrutura: é, pois, determinada pelas condições materiais da sociedade, sendo conduzida a favor das classes dominantes. A atividade jornalística desenvolvida por Marx ao longo de toda a vida, muito ajudou no aprofundamento da discussão sobre o espaço das opiniões e do debate públicos.
1ª Parte (21 min. - 7,4 MB)
2ª Parte (20 min. - 7,2 MB)
3ª Parte (24 min. - 8,6 MB)
OLIVEIRA, Francisco de
No silêncio do pensamento único: intelectuais, marxismo e política no Brasil
29.08.2005 - No Brasil, os intelectuais sempre se mostraram importantes; primeiro, através da literatura. No século 20, quando responsáveis pela formulação do Estado brasileiro, seguiram o modelo dos autoritários clássicos. O marxismo, tardio aqui, sempre foi lido de maneira simplificada. Mesmo assim, contribuiu para a crítica à ditadura. Hoje, predomina o pensamento único.
1ª Parte (20 min. - 7,0 MB)
2ª Parte (26 min. - 9,1 MB)
3ª Parte (12 min. - 4,3 MB)
29.08.2005 - No Brasil, os intelectuais sempre se mostraram importantes; primeiro, através da literatura. No século 20, quando responsáveis pela formulação do Estado brasileiro, seguiram o modelo dos autoritários clássicos. O marxismo, tardio aqui, sempre foi lido de maneira simplificada. Mesmo assim, contribuiu para a crítica à ditadura. Hoje, predomina o pensamento único.
1ª Parte (20 min. - 7,0 MB)
2ª Parte (26 min. - 9,1 MB)
3ª Parte (12 min. - 4,3 MB)
OSAKABE, Haquira
Ave, palavra!
27.09.2005 - A proposta é pensar a crise da palavra frente ao espantoso aparato midiático da atualidade. A palavra que hoje circula e que os homens assimilam como sua, tem na verdade por função dominante a persuasão e, por escopo, não os homens, mas a massa deles, em inexorável perpetuação dos mecanismos do poder. Cabe, assim, indagar se a palavra reconquistará algum dia sua plena vocação para a instabilidade e a invenção.
1ª Parte (18 min. - 6,5 MB)
2ª Parte (18 min. - 7,6 MB)
3ª Parte (23 min. - 8,9 MB)
27.09.2005 - A proposta é pensar a crise da palavra frente ao espantoso aparato midiático da atualidade. A palavra que hoje circula e que os homens assimilam como sua, tem na verdade por função dominante a persuasão e, por escopo, não os homens, mas a massa deles, em inexorável perpetuação dos mecanismos do poder. Cabe, assim, indagar se a palavra reconquistará algum dia sua plena vocação para a instabilidade e a invenção.
1ª Parte (18 min. - 6,5 MB)
2ª Parte (18 min. - 7,6 MB)
3ª Parte (23 min. - 8,9 MB)
RIBEIRO, Renato Janine
O cientista e o intelectual
05.10.2005 - Diferente do que acontece com o cientista, a matéria de que trata o intelectual - o mundo dos homens - pressupõe reciprocidade. A partir dos campos das ciências humanas e sociais, ele deve mediar o conhecimento, para que esse possa ser apropriado socialmente. Contudo, o intelectual não é um mero difusor: é sua tarefa também discutir a apropriação do conhecimento, articular idéias e ideais. Nisso, hoje, a televisão tem papel fundamental.
1ª Parte (18 min. - 6,9 MB)
2ª Parte (19 min. - 7,1 MB)
3ª Parte (17 min. - 5,2 MB)
05.10.2005 - Diferente do que acontece com o cientista, a matéria de que trata o intelectual - o mundo dos homens - pressupõe reciprocidade. A partir dos campos das ciências humanas e sociais, ele deve mediar o conhecimento, para que esse possa ser apropriado socialmente. Contudo, o intelectual não é um mero difusor: é sua tarefa também discutir a apropriação do conhecimento, articular idéias e ideais. Nisso, hoje, a televisão tem papel fundamental.
1ª Parte (18 min. - 6,9 MB)
2ª Parte (19 min. - 7,1 MB)
3ª Parte (17 min. - 5,2 MB)
ROUANET, Sérgio Paulo
A crise dos universais
31.08.2005 - O caso Dreyfus fez mais do que originar o conceito de intelectual. A partir dele, foram estabelecidos o universalismo, originado no Iluminismo e bem representado por Zola, e o anti-universalismo de Joseph de Maistre, para quem não existe o homem em geral. Acredito que só a perspectiva universalista é compatível com o ideal de construção de uma civilização humana.
1ª Parte (22 min. - 7,7 MB)
2ª Parte (19 min. - 6,8 MB)
3ª Parte (21 min. - 7,4 MB)
31.08.2005 - O caso Dreyfus fez mais do que originar o conceito de intelectual. A partir dele, foram estabelecidos o universalismo, originado no Iluminismo e bem representado por Zola, e o anti-universalismo de Joseph de Maistre, para quem não existe o homem em geral. Acredito que só a perspectiva universalista é compatível com o ideal de construção de uma civilização humana.
1ª Parte (22 min. - 7,7 MB)
2ª Parte (19 min. - 6,8 MB)
3ª Parte (21 min. - 7,4 MB)
SIRINELLI, Jean-François
O pastor da noite
19.09.2005 - Muitos foram os juízos críticos favoráveis e contrários à atuação política de Jean-Paul Sartre, que durante muitos decênios encarnou a figura do intelectual francês por excelência. Os elogios seguem, por exemplo, a fórmula de Jacques Audiberti, para quem Sartre era “um vigilante da noite em todos os fronts da inteligência”. Ao contrário, os detratores irão dizer que é perigoso quando o vigilante sonha acordado, sem levar em conta a realidade das coisas; pior ainda, quando se torna sonâmbulo.
1ª Parte (21 min. - 7,2 MB)
2ª Parte (22 min. - 7,9 MB)
3ª Parte (16 min. - 5,5 MB)
4ª Parte (14 min. - 5,1 MB)
19.09.2005 - Muitos foram os juízos críticos favoráveis e contrários à atuação política de Jean-Paul Sartre, que durante muitos decênios encarnou a figura do intelectual francês por excelência. Os elogios seguem, por exemplo, a fórmula de Jacques Audiberti, para quem Sartre era “um vigilante da noite em todos os fronts da inteligência”. Ao contrário, os detratores irão dizer que é perigoso quando o vigilante sonha acordado, sem levar em conta a realidade das coisas; pior ainda, quando se torna sonâmbulo.
1ª Parte (21 min. - 7,2 MB)
2ª Parte (22 min. - 7,9 MB)
3ª Parte (16 min. - 5,5 MB)
4ª Parte (14 min. - 5,1 MB)
WISNIK, José Miguel
Sem palavras
28.09.2005 - O diagnóstico da exaustão do campo de ação, social e discursivo, em que operou o intelectual, está feito e se fazendo. Ele aponta para uma desativação do ‘lugar de palavra’. É necessário, pois, um rastreamento da questão, tal foi enfrentada por algumas linhas atuantes da cultura brasileira, e dos impasses com que se defrontou a literatura moderna, especialmente Drummond e Clarice Lispector.
1ª Parte (19 min. - 7,5 MB)
2ª Parte (16 min. - 5,5 MB)
3ª Parte (20 min. - 8,0 MB)
4ª Parte (17 min. - 6,9 MB)
5ª Parte (16 min. - 5,8 MB)
6ª Parte (19 min. - 6,1 MB)
28.09.2005 - O diagnóstico da exaustão do campo de ação, social e discursivo, em que operou o intelectual, está feito e se fazendo. Ele aponta para uma desativação do ‘lugar de palavra’. É necessário, pois, um rastreamento da questão, tal foi enfrentada por algumas linhas atuantes da cultura brasileira, e dos impasses com que se defrontou a literatura moderna, especialmente Drummond e Clarice Lispector.
1ª Parte (19 min. - 7,5 MB)
2ª Parte (16 min. - 5,5 MB)
3ª Parte (20 min. - 8,0 MB)
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6ª Parte (19 min. - 6,1 MB)
WOLFF, Francis
Dilemas trágicos do intelectual
12.09.2005 - Ao pensar o intelectual na função do crítico que produz idéias com fatos, sempre na busca de dar voz aos que não a possuem, devemos remontar ao séc. 5 a. C., quando se deu o primeiro grande conflito ‘intelectual’: de um lado, os sofistas - que submetiam as crenças e os mitos a uma feroz crítica racionalista -, a representarem, como fundadores da democracia, o símbolo da defesa do único poder justo; de outro lado, Sócrates - que denunciava as pretensões políticas dos sofistas -, a encarnar o símbolo do Justo, sozinho contra todos os poderes.
1ª Parte (22 min. - 7,5 MB)
2ª Parte (19 min. - 6,5 MB)
3ª Parte (21 min. - 7,2 MB)
4ª Parte (18 min. - 6,4 MB)
5ª Parte (16 min. - 6,1 MB)
12.09.2005 - Ao pensar o intelectual na função do crítico que produz idéias com fatos, sempre na busca de dar voz aos que não a possuem, devemos remontar ao séc. 5 a. C., quando se deu o primeiro grande conflito ‘intelectual’: de um lado, os sofistas - que submetiam as crenças e os mitos a uma feroz crítica racionalista -, a representarem, como fundadores da democracia, o símbolo da defesa do único poder justo; de outro lado, Sócrates - que denunciava as pretensões políticas dos sofistas -, a encarnar o símbolo do Justo, sozinho contra todos os poderes.
1ª Parte (22 min. - 7,5 MB)
2ª Parte (19 min. - 6,5 MB)
3ª Parte (21 min. - 7,2 MB)
4ª Parte (18 min. - 6,4 MB)
5ª Parte (16 min. - 6,1 MB)







Comentários
Infelizmente o link está quebrado.
Um abraço
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